Conta PJ não é carteira pessoal
Exemplo: mercado, escola e parcela pessoal pagos pela empresa confundem caixa e podem parecer distribuição disfarçada.
Uma central pública com explicações curtas, simuladores estimados e páginas por atividade. Primeiro apoio prático; depois, quando fizer sentido, atendimento humano.
O simulador cruza atividade, faturamento, possibilidade de MEI e efeito do Fator R quando a atividade permite essa comparação.
Estimativa educacional. A apuração real depende de CNAE, RBT12, FS12, segregações, retenções e conferência contábil.
Estimativa simplificada para conversa inicial.
Informe apenas atividade e salário bruto. O cálculo estima o líquido CLT e faz a conta reversa para descobrir quanto precisaria faturar como PJ no melhor cenário tributário disponível na simulação.
Use para ter uma referência rápida antes de pedir cálculo formal. O valor real depende de datas, verbas, convenção coletiva, FGTS, aviso, férias e descontos.
Cálculo simplificado, sem substituir cálculo trabalhista formal.
Quando o cliente paga direto na conta pessoal, a empresa perde rastreabilidade. O ideal é o dinheiro nascer na PJ e sair para a PF com motivo claro.
Exemplo: transferiu R$ 10.000 e R$ 3.500 eram pró-labore líquido; a diferença é tratada como distribuição de lucros, se houver suporte contábil.
Exemplo: mercado, escola e parcela pessoal pagos pela empresa confundem caixa e podem parecer distribuição disfarçada.
Se havia lucro disponível e o sócio não sacou, pode ficar como conta corrente para compensar em mês seguinte, com controle.
Notas, contratos, extratos, comprovantes e demonstrativos ajudam a provar de onde veio cada transferência.
Se o pró-labore foi reconhecido, mas o dinheiro ficou no caixa, registre o valor a pagar ao sócio e compense quando transferir depois.
Despesa pessoal de R$ 5.000 paga pela PJ pode ser tratada como rendimento da pessoa física. Se cair em 27,5%, o IR seria R$ 1.375 antes de juros e multa.
Base: conceito de acréscimo patrimonial/rendimentos tributáveis no RIR/2018 e penalidades da Lei nº 9.430/1996, conforme caso concreto.Veja se o faturamento cabe, consulte atividades permitidas, entenda DASMEI, declaração anual e o cuidado com Imposto de Renda da pessoa física.
Acessar guia MEI → INSSVeja requisitos gerais, caminhos pelo Meu INSS e formas de contribuição para quem trabalha como PJ, MEI ou contribuinte individual.
Hoje: vários impostos com regras separadas.
DepoisCBS federal, IBS estadual/municipal e Imposto Seletivo.
Exemplo: uma nota de serviço poderá mostrar a transição do ISS para IBS/CBS.Hoje: o cliente vê o preço final e pouco entende a composição.
DepoisMais destaque ao tributo no consumo.
Exemplo: propostas comerciais precisarão separar melhor preço, imposto e margem.Hoje: DAS concentra vários impostos.
DepoisIBS/CBS entram na adaptação do Simples, com escolhas próprias.
Exemplo: em alguns casos poderá valer recolher IBS/CBS fora do Simples.Hoje: a empresa recebe e depois recolhe imposto.
DepoisParte do tributo pode ser separada no pagamento.
Exemplo: cartão/PIX empresarial pode ganhar regras fiscais mais importantes.Empresas existentes não precisam trocar o CNPJ atual.
Novo padrãoNovas inscrições passam a poder usar CNPJ alfanumérico.
O ponto principal é acompanhar limites, atividade permitida e emissão correta.
DepoisA reforma muda o consumo gradualmente; MEI deve acompanhar DAS, notas e regras oficiais.
Hoje o cliente olha o valor cheio. No novo desenho, a tendência é separar melhor preço do serviço, IBS/CBS e imposto destacado.
O comerciante precisará acompanhar crédito, débito e documento fiscal com mais cuidado, porque o imposto sobre consumo fica mais rastreável.
Uma empresa pode comparar recolher IBS/CBS dentro ou fora do Simples quando a regulamentação exigir escolha, olhando custo e crédito para o cliente.